<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[fotosblogue.com] kaskais : <![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></title>		<link>http://kaskais.fotosblogue.com</link>		<description><![CDATA[Psychophoto by Kaskais]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:33:49 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Penso rápido]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="mso-ansi-language: EN-GB;">Running</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">O espécime humano costuma
ter um orgulho desmedido na sua capacidade pensante. Tem a ideia
errada que essa qualidade é unicamente sua. Pois bem, o
pensamento é algo que não pertence ao homem
propriamente dito. Isto porque, para ser transferível para
fora da pessoa que o produz, ele tem que obedecer ás leis
gerais do pensamento, que são independentes do contexto e da
produção humana. Os processos mentais em
questão podem (e devem) serem entendidos, como um
raciocínio derivado do cálculo. Cálculo, no
sentido mais matemático do termo, mas com apoio e
funcionamento biológico. Uma das definições de
inteligência pode ser a capacidade de desenvolver a
comunicação a um certo nível de complexidade.
Mas quando a comunicação está nas mãos
&ldquo;erradas&rdquo; e é filtrada, pode tornar-se
asséptica. Assim o raciocínio que essa mesma
comunicação produz, está viciado logo á
partida. Querem um exemplo? Como todos sabem, está a
decorrer uma guerra no Iraque. Há uns milhares de baixas do
lado americano. Por acaso alguém viu algumas fotos de
soldados americanos mortos? Os caixões pelo menos? Se elas
existem, os editores de jornais e revistas não as publicam.
O <em>Homo comunicante</em> em que nos tornamos é um ser que
vive numa sociedade aparentemente sem segredo; um ser totalmente
voltado para o social, que só existe através da troca
e da informação, numa sociedade simuladamente
transparente. No entanto, aqueles que estão atentos
verificam que o conceito de &ldquo;cristalino&rdquo; se torna cada
vez mais baço. Qualquer um que comunique num nível
mais básico, e menos complexo, é hoje em dia, digno
de ver a sua existência reconhecida enquanto ser social.
Não está mau, desde que saiba que de certa maneira,
não é mais um &ldquo;ser humano&rdquo;, mas sim um
&ldquo;ser social&rdquo; com toda a polifonia esquizofrénica
que isso acarreta. Entre o soldado morto que não aparece, e
o <em>socialite</em> que já está morto, mas que ainda
aparece, há mais semelhanças do que aquilo que se
pensa. Em ambos os casos, a &ldquo;vida&rdquo; não assenta
mais no caldo biológico mas sim na sopa da
&ldquo;comunicação&rdquo;. Essa
comunicação contamina a &ldquo;realidade&rdquo; que
construímos. Por exemplo; nunca a palavra <em>Glamour</em>
foi tanto e tão estupidamente usada por gente que de charme
e magnetismo pessoal só lhe conhecem o cheiro, normalmente
adulterado por perfumes baratos. Já agora; <em>Glamour</em>
deriva de <em>Glamer</em>, termo escocês para
feitiçaria, usado no século XVIII. Mais apropriado
para determinado tipo de bruxas que por aí proliferam. Na
maior parte das vezes, em que o &ldquo;ser humano&rdquo; pensa que
tem ideias brilhantes e pensamentos originais, o que está na
&ldquo;realidade&rdquo; a acontecer é mais uma reciclagem e
sublimação dos arquétipos. Alguém
está a pensar por ele, mas como é evidente não
há forma de lhe poder provar tal coisa. Ora quando estamos
conscientes dessas predeterminações visuais, ou
outras, mais hipóteses temos de lhes escapar. Mas, para ter
essa consciência, é preciso colocar tudo em causa,
fazer um trabalho de sapa, analisar, comparar, experimentar,
provar, guardar ou deitar fora. Este é um processo que
demora muito tempo, ou então é instantâneo,
para aqueles que tem a &ldquo;sorte&rdquo; de nascerem
génios. A &ldquo;realidade&rdquo; é quase sempre uma
espécie de teia, que é a mesma e universal,
independentemente do sítio onde nos encontramos. Sou
&ldquo;eu&rdquo; que tenho de fazer a diferença, no caso da
Arte Fotográfica, são os livros que li, os filmes que
vi ou as musicas que ouvi que são transformados em
fotografia. A fotografia é antes de tudo, uma
expressão visual dos nossos pensamentos e de quem somos numa
determinada altura. Ora, se não temos pensamento originais e
realmente nossos, como é que podemos construir ou cria uma
Fotografia a que possamos chamar realmente &ldquo;nossa&rdquo;?
OPV <span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
 </p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
 </p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/47243/Penso-rapido/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Penso-r-pido-30082008-222651-lp-47243.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/47243/Penso-rapido/</guid>			<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:26:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Simplicidade.com]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
Sleep</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style=
"font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Nestes tempos agitados que
nos perturbam, uma boa filosofia para a vida que nos sufoca,
é tentar cimentar a personalidade numa base de bondade,
serenidade e respeito. Para isso não é preciso
estabelecer nenhum código rígido de comportamento. A
conduta de uma pessoa deve ser regida pelo instinto e pela
consciência. Esqueçam o ritmo alucinante que o
consumismo vos impõe. Todo o fruto leva o seu tempo a
amadurecer. Nenhuma tarefa deve ser apressada, tudo deve acontecer
no seu devido tempo.</span> <span style=
"font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN-US;">Rembrandt</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">,
quando era criança desenhava uma roda. <em>A Ronda da
noite</em>, desenhou-a muito mais tarde. As suas fotos parecem-lhe
desinteressantes, e pouco consistentes? Quanto mais se
esforça e acrescenta informação, mais
desanimadores são os resultados? Parece-lhe que o patamar
que quer alcançar, é já a seguir ao
próximo degrau, mas esse degrau nunca mais aparece?
Não consegue fazer algo, nem sequer parecido com alguma
coisa, que algum dos seus Fotógrafos favoritos, alguma vez
fez? Pois bem, estude os grandes mestres da fotografia que puder, e
depois, esqueça-os. A seguir, estude a natureza, está
lá tudo, a luz, os reflexos, as sombras, a água, a
terra, o céu, tudo. Por ultimo, não complique, a
<em>simplicidade</em> é a chave para a verdade e liberdade.
Quanto mais &ldquo;simples&rdquo; for a sua arte de fotografar, e
por consequência a sua fotografia, mais verdadeira e
independente ela se torna. Se tiver sonhos muito altos, não
se intimide, eles estão no lugar certo, preocupe-se sim, em
construir os alicerces. Já agora, não se
esqueça, o seu maior adversário, não é
a terra mole, ou o vizinho invejoso, é você mesmo.
OPV<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>
<span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;">   </span><span style=
"mso-spacerun: yes;">   </span><span style=
"mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/47112/Simplicidade-com/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Simplicidade-com-29082008-195124-lp-47112.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/47112/Simplicidade-com/</guid>			<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 19:51:24 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Kanikultura]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
Watchful</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Este artigo era para ser sobre fotografia mas o Dick
pediu-me que divulga-se este aviso á
navegação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">&ldquo;Chegou-me aos ouvidos
através de uma pulga indiscreta (também vem no JN)
que no canil intermunicipal de Vale de Cambra, há
irmãos meus a serem negligenciados. Pelo que consta os
cachorros estão praticamente a morrer á fome e
completamente desidratados. Segundo a directora do canil, já
foram recolhidos assim, magros e sarnentos. Ao sábado, os
cachorros comem mais tarde porque ao domingo o canil está
fechado. Por consequência os animais ficam completamente
sozinhos. Ora bem, como ainda não consegui confirmar esta
informação, por enquanto não vou tomar medidas
drásticas. Mas se por acaso vier a descobrir, que, pessoas
que recebem um salário para cumprir uma determinada
missão, se estão nas tintas para aqueles que devem
cuidar e proteger, estamos mal. Os responsáveis podem pensar
que estou a ladrar ao vento, mas não se
esqueçam<span style="mso-spacerun: yes;"> </span> que
há muitos cães soltos nas ruas. Em qualquer esquina,
a qualquer momento, estão sempre sujeitos a levar uma
mordidela. Não subestimem a rede de
comunicações canina. Muito menos, a sua guarda
avançada. Uma coisa é uma visita do
&ldquo;Horácio&rdquo;, um cão de raça
lavrador, muito cavalheiro, que faz de conta que morde. Outra
história é uma visitinha do &ldquo;Matracas&rdquo;.
Um Pit Bull meio marado, que sempre que sabe de historias destas,
arranja maneira de se escapar ao dono, e faz uns estragos do
caraças. Todo aquele que maltratar, abandonar ou
negligenciar animais, e neste caso específico, cães,
deve estar preparado para mais tarde ou mais cedo sofrer as
consequências. Até agora não sabiam disto, a
partir de agora não digam que não vos avisei. Se
não gostam de nós tudo bem. Mas não nos
iludam, nem nos batam. Respeitem-nos, e deixem-nos em paz.
Lembrem-se que o &ldquo;Matracas&rdquo; não é
exemplar único.&rdquo; Devo acrescentar que o Dick estava
mesmo zangado, quando me ditou este aviso,<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span> e que noutro dia durante um
passeio encontrou dois cães com um aspecto
duvidoso.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span> Pareceu-me
que estavam a conferenciar. Cá por mim, não gostava
nada de encontrar nenhum daqueles dois, á noite, numa rua
escura. È bom lembrar que, por vezes, a realidade ultrapassa
a ficção.<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span> OPV <span style=
"mso-spacerun: yes;">   </span><span style=
"mso-spacerun: yes;">   </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/47015/Kanikultura/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Kanikultura-28082008-202057-lp-47015.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/47015/Kanikultura/</guid>			<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 20:20:57 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Liberdade insegura]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style=
"font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN-US;">Tunnel</span>
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">of
dog</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mais uma vez encontrei o Dick em
frente á televisão completamente deprimido. Sabia que
me ia arrepender, mas perguntei na mesma, então o que
é que se passa? Bom, entre tantas desgraças que
acabei de ouvir no noticiário, há duas que me
deixaram de boca aberta e de orelhas caídas. Uma foi a de um
assalto a uma ourivesaria, onde os ladrões não
roubaram nada mas deram um tiro na cabeça ao
proprietário. Outra é, a de um casal de idosos, que
foram agredidos, um deles até á morte, para no fim
lhes roubarem dez míseros euros. E eu, é que sou o
animal? Concordo que é uma bestialidade. O Dick indignou-se,
mas resolveu esclarecer-me. A liberdade e a segurança
são incompatíveis. Estás a ver quando vais
passear comigo? Se me levares pela trela, não tenho
liberdade para cheirar o que quero, ou mijar onde me apetece. Por
outro lado, se me deixares solto, e como sou um bocado para o
grande, (enorme) as pessoas sentem-se inseguras. Resumindo, se
estiver livre, crio o sentimento de insegurança, se estiver
seguro, adeus liberdade, percebes? Sim, percebo (sabichão
dum raio) mas, o que tem isso a ver com os crimes do
noticiário, e a crise de insegurança? A
segurança, ou falta dela, é um sentimento que uma vez
instalado, se alimenta a si mesmo. Quanto mais brutal é o
crime, mais alimenta o imaginário global. No entanto, o que
se passa neste país, não é do foro criminal.
Não é? Não, é do foro da
psicanálise. È a besta que há em cada ser
humano a imergir. Em alguns imerge mais rápido do que
noutros. Um ladrão não precisa de matar para roubar.
Quem mata &ldquo;gratuitamente&rdquo; é o psicótico.
Não são mais policias, ou mais prisões, que
vão resolver este problema. Como de costume vou
arrepender-me de perguntar. Então como é que se
resolve? Não se resolve, está na vossa natureza,
habituem-se a viver com isso! Queres ouvir uma história?
Adiantará dizer que não? Então o Dick
desbobinou a história dum cão amigo dele: era um
macho, um rafeiro alentejano. Sempre que aparecia uma cadela por
aquelas bandas ele ficava excitado e intratável. O dono
batia-lhe com um ritmo pavloviano (onde raio aprendeu isto?). Isso
aconteceu tantas vezes que o pobre do meu amigo já
não sabia o que fazer. Quando farejava uma cadela,
escondia-se no jardim com as orelhas caídas e o rabo entre
as pernas, a ganir. Onde quer ele chegar com essa história?
Nós, os cães, ainda admitimos sermos castigados por
uma asneira, (sem pancada claro) como roer o tapete ou um sapato.
Mas com o desejo é outra história. Nenhum cão
que se preze aceita ser castigado por seguir os seus instintos. O
que é ignóbil no caso do meu amigo, é que
aquele calmeirão, começou a odiar a sua
própria natureza. O dono não precisava de lhe bater.
Ele já se castigava a si mesmo. Ainda lhe disse que poderia
ser pior. O dono podia mandar castra-lo, ou abate-lo a tiro. Sabes
qual foi a resposta dele? Lá no fundo ele preferia ser
abatido. Antes isso, a ter que negar a sua natureza ou passar o
resto da vida na sala de estar, a farejar o gato e a ficar obeso.
Moral da historia: o homicida não consegue contrariar a sua
natureza, cabe ao &ldquo;dono&rdquo; castrá-lo ou abate-lo.
Caso contrário, ele vai acabar por roer-lhe mais alguma
coisa do que um simples chinelo. O meu cão a defender a pena
de morte? Se abatem os cães raivosos, porque não
hão-de abater os homens raivosos? Franzi o sobrolho. Pronto,
pronto, já vi que és muito civilizado, que tal
prisão perpétua e uma cadeia só para crimes de
sangue, com trabalhos forçados? Sugere ele, e também
aconselha; até lá, <em>habituem</em>-se! Ou
então comprem um cão! OPV<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/46900/Liberdade-insegura/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Liberdade-insegura-27082008-212210-lp-46900.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/46900/Liberdade-insegura/</guid>			<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 21:22:10 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ilusão total]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style=
"font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; mso-fareast-font-family: SimSun; mso-ansi-language: EN-GB; mso-fareast-language: ZH-CN; mso-bidi-language: AR-SA;">
Surrealistic
acupuncture <span style=
"mso-spacerun: yes;">    </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-justify: inter-ideograph; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Uma recente descoberta cientifica
interessante, é a de que; apesar de o processo visual dos
seres humanos, ser como uma sucessão de fotogramas, todos
nós vemos o movimento sem falhas. O tal &ldquo;muro
visual&rdquo;, lembram-se? Praticamente como no cinema, onde as
linhas negras ente os fotogramas não são
visíveis. Movendo os olhos, não vemos a imagem
arrastada, porque o cérebro tem um sistema que desactiva os
impulsos do nervo óptico enquanto os olhos se movimentam.
Este mecanismo de compensação, torna a pessoa cega
pelo menos 10% do tempo que passa acordada. Isto porque na
prática, o cérebro não recebe
informação visual quando os olhos se movem de um
ponto para o outro. Fantástica descoberta. A máxima
de &ldquo;ver para crer&rdquo; já era. O melhor é
cheirar para não duvidar, ou apalpar para confirmar.
Brincadeiras á parte, esta é mais uma acha para a
fogueira, da &ldquo;realidade virtual&rdquo; em que vivemos. Toda a
&ldquo;realidade&rdquo; que construímos dentro das nossas
cabecinhas é falsa, ou no mínimo, pouco fidedigna. A
partir daí, é sempre a descer. Se vivemos numa
sociedade predominantemente assente na construção
visual, e esta mesma informação visual é
parcialmente falsa, o que é que vemos na
&ldquo;realidade&rdquo;? A resposta é capaz de ser
assustadora, mas talvez explique a alucinação
colectiva em que a humanidade vive. Se estamos todos a alucinar (e
de que maneira) com uma determinada &ldquo;realidade&rdquo;,
não estarão os &ldquo;lúcidos&rdquo; loucos, e
os &ldquo;loucos&rdquo; não serão os único
lúcidos? Pelo sim pelo não, enquanto mantêm a
sua periclitante lucidez, fotografe como um louco!
OPV</span></p>
]]></description>			<link>http://kaskais.fotosblogue.com/46774/Ilusao-total/</link>			<comments>http://kaskais.fotosblogue.com/Ilus-o-total-26082008-202533-lp-46774.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://kaskais.fotosblogue.com/46774/Ilusao-total/</guid>			<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 20:25:33 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>