<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] zetas : <![CDATA[UFOVNI]]></title>		<link>http://zetas.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[UFOVNI]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:26:21 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Salyut-6 - Contactos com extraterrestres]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: left;">Sei que
é um artigo bem antigo, mas a história que relata
continua a suscitar interesse até aos dias de hoje. Leiam e
tirem as vossas próprias conclusões:</p>
<p style="text-align: left;">
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;">No dia
18 de Junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento
da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária, com
a presença de especialistas em OVNI´s, cosmonautas e
autoridades soviéticas, inclusive militares. O
moderador foi o próprio chefe do programa espacial
soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado
estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de
Viktor Savinikh, permanecera 77 dias no espaço, a bordo da
estação Salyut-6 (de 12/3/81 a 14/5/81).</p>
<p style="text-align: left;">Kovalyonok respondeu a numerosas perguntas. Não
causa surpresa e até está muito de acordo com a
tradição soviética de guardar segredo, facto
é que o general Beregovoy sempre se recusara a dar
entrevistas oficiais sobre o assunto, agora, porém,, aquele
carácter secreto do encontro parece ter sofrido um
revisionismo do Kremlin e algumas fontes resolveram falar, embora
nem todas se identifiquem. E a revelação que fizeram
foi de chocar o mundo.</p>
<p style="text-align: left;">Trata-se simplesmente da história de um contacto
imediato de segundo grau, que só não foi de terceiro
porque o comando da missão terra, instruiu :
NYET.</p>
<p style="text-align: left;">A
Salyut-6 fez contacto com uma nave extraterrestre durante 4 dias
(com interrupções), orbitaram juntas, a uma
distância de 400 km de nosso planeta.</p>
<p style="text-align: left;">O
evento envolveu cinco astronautas : Kovalyonok, Savinikh e
três supostos extraterrestres a bordo do veículo
desconhecido que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do
tamanho da Salyut-6 (que tinha 16 m de comprimento e parecia-se com
uma "garrafa" ).</p>
<p style="text-align: left;">O
veículo também não apresentava
saliências como painéis solares, dos quais as
espaçonaves terrestres costumam extrair energia. As duas
naves encontraram-se a 14 de Maio de 1981, quase no fim
da prolongada estadia dos dois astronautas russos.</p>
<p style="text-align: left;">Beregovoy esperava certamente novos contactos imediatos.
Se houve, ele jamais revelou. Há boatos, porém, que
teria havido um outro, com a Salyut-7 com a mesma ou outra nave
extraterrestre.</p>
<p style="text-align: left;">Havia
cerda de 200 pessoas no salão de conferências que
é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões
da cúpula. Entre elas, professores universitários,
astrofísicos, vários membros do Centro Espacial,
gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e
foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança
armados, primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no
auditório. Gravadores, cadernos, máquinas
fotográficas etc...tiveram que ser deixados no
vestíbulo. O encontro começou as 5 da tarde e durou
quase duas horas.</p>
<p style="text-align: left;">Após uma breve introdução de.
Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento
estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o
período em que as duas naves mantiveram contacto." O filme
está bem guardado nos porões de aço, embaixo
da Cidade-Estrela", declara Aleksandr Kazantsev, cosmólogo,
um dos presentes ao encontro.</p>
<p style="text-align: left;">O filme
foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A
nave extraterrestre, às vezes, aparece a uma distância
de apenas 40 m.</p>
<p style="text-align: left;">Os dois
astronautas estavam a trabalhar em experiências
científicas, após 75 dias de permanência no
cosmos, quando Kovalyonok observou um objecto esférico,
surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m,
e alertou Savinikh. Eles ficaram algum tempo a observar o objecto,
através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou
uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se
tornar num filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor
explicação plausível para o que estava a
acontecer. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na
outra nave. Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o
dia 14.05.81, o objecto misterioso permaneceu em
posição estacionária em frente a Salyut-6, sem
demonstrar sinais de vida.</p>
<p style="text-align: left;">De
repente, ao acordarem, no dia seguinte, os dois astronautas viram a
nave extraterrestre mais perto, a menos de 100 m de
distância. Ela moveu-se sem usar jactos, impulsos ou
quaisquer outros recursos visíveis.. A esfera, mesmo de
perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície
suave, uniforme, prateada. A não ser aberturas. Os
astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo,
em três níveis, e, três cabeças de
aparência humana atrás, respectivamente, de três
portinholas. Cada portinhola era cerca de 6 vezes maior que a da
Salyut-6. Mas, as outras janelas, eram menores com cerda de 45 cm
de diâmetro. As cabeças pertenciam ao que pareciam ser
seres humanos. Usavam capacetes leves, tipo capuzes apertados,
tendo, assim, os rostos praticamente cobertos. Mas, três
quartas partes das faces eram visíveis através de
visores transparentes, tipo plásticos.Eles tinham
sobrancelhas compridas e grossas e narizes retos, dignos de
estátuas gregas.</p>
<p style="text-align: left;">O que
mais impressionou os cosmonautas foram os olhos - enormes, azuis,
duas vezes maiores que os nossos- fixos neles, sem mostrar o menos
sinal de emoção. Os traços eram bonitos, muito
morenos. Lembravam homens hindus solenes. Mas nenhum músculo
se mexia nos seus rostos. Tinham um ar de robôs.Seriam
robôs então? Eis uma das muitas perguntas que os
russos não sabem responder.</p>
<p style="text-align: left;">Mais
tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como as criaturas se
mostravam, sem dúvidas, amistosas, dispostas a entrar em
comunicação, Kovalyonok pediu
autorização à Terra para estabelecer contacto
mais imediato.</p>
<p style="text-align: left;">Recebeu
permissão para tentar trocar mensagens visuais,
mas, tratando-se de contacto físico, o controle da
missão respondeu com um irrevogável NYET.</p>
<p style="text-align: left;">Os
cosmonautas estavam perfeitamente à vontade ante o
comportamento muito humano dos estranhos, cuja nave mudava de
posição frequentemente, sem dificuldade. Numa
ocasião chegou a distar 30 metros da estação
soviética. Os astronautas podiam não só ver os
estranhos, mas também observar-lhe os movimentos, que
pareciam, decididamente humanos, embora muito rígidos,
mecânicos e artificiais.</p>
<p style="text-align: left;">Pouco
mais tarde, seguindo um impulso, ele abriu um grande mapa celeste
em frente a si mesmo. A carta mostrava nosso sistema solar no
centro. O coração de Kovalyonok parou quando um dos
outros passageiros puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu,
distintamente, pela janela: tinha o nosso sistema solar num lado, e
só mesmo astros marcados.</p>
<p style="text-align: left;">Não restava dúvidas que eles estavam
equipados com os mapas de navegação de absoluta
exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia
com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo
polegar pára cima, e ,o estranho ser, sem sorrir, fez a
mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou, como se quisesse
mostrar sua manobrabilidade, a uma velocidade tal que parecia
varrida dos céus. Na órbita seguinte, estava de
volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma
razão aparente. É possível que haja uma
relação entre os intervalos decorridos e os pontos da
Terra correspondentes.</p>
<p style="text-align: left;">Um
membro da equipe do Gal.Beregovoy, que estava na reunião de
18.6.81 e vive nos EUA, é o matemático e especialista
em computadores Boris Katznborgen. Ele conseguiu decifrar uma das
mensagens extraterrestres.</p>
<p style="text-align: left;">Usando
uma lanterna potente, Kovalyonok tentou primeiro comunicar em russo
através de código Morde sinalizando :" Cosmonautas
soviéticos, saúdam visitantes à Terra". Os
estranhos não entenderam. Tentou então uma mensagem
em Inglês: "Are you receiving us?", também em Morse.
Nenhuma resposta.. Então ele tentou uma figura
matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para
UM, e sinalizou o número 101101.Logo depois veio um sinal
luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera
repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com
sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok. Prova de que, pelo
menos em matemática, nós falamos a mesma
linguagem.</p>
<p style="text-align: left;">No dia
seguinte, ELES saíram da nave e andaram pelo espaço.
Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa
que dentro da nave.</p>
<p style="text-align: left;">Sua
fonte de energia, seja qual for, é miniaturada porquanto
invisível. É evidente que desenvolveram uma energia
que não é nuclear nem térmica. Eles certamente
venceram a gravidade e as forças gravitacionais , que
mantêm o homem prisioneiro na Terra, desde que a vida surgiu
neste planeta. Há uma massa de informações que
o soviéticos querem analisar melhor.</p>
<p style="text-align: left;">No
quarto dia a nave desapareceu. Por alguma razão, Kovalyonok
e Savinikh haviam se acostumado àqueles estranhos
silenciosos, anti emotivos, encontrados por acaso. Haviam sentido
uma amizade subtil, jamais denotada em palavras ou gestos, mas
parecida com a do filme de Spielberg "Contactos Imediatos do
3º Grau" .</p>
<p style="text-align: left;">Reportagem : Revista Manchete de 24 de Setembro de
1984.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte:
Projecto Sonda</p>
<p> </p>
<p><span><span></span></span>

</p>
]]></description>			<link>http://zetas.bloguepessoal.com/48431/Salyut-6-Contactos-com-extraterrestres/</link>			<comments>http://zetas.bloguepessoal.com/Salyut-6---Contactos-com-extraterrestres-06052008-000211-lp-48431.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://zetas.bloguepessoal.com/48431/Salyut-6-Contactos-com-extraterrestres/</guid>			<pubDate>Tue, 06 May 2008 00:02:11 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O Vôo 169 da VASP]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Representação gráfica do avistamento
do vôo 169</p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style=
"color: #ff0000;">Este é um
caso documentado e registado oficialmente. Está aqui
não só por ser interessante, mas pelo
número de testemunhas oculares que estiveram
envolvidas (mais de 150 pessoas).</span>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Na
madrugada do dia 8 de Fevereiro de 1982, os passageiros e a
tripulação de um Boeing 727/200 da VASP tiveram
a oportunidade de observar um OVNI por mais de uma hora, num
vôo de Fortaleza para São Paulo, com escala na cidade
do Rio de Janeiro. No total, aproximadamente 150 pessoas
participaram na experiência.
<p>Segundo o piloto, Gerson Maciel
de Britto, o vôo teve início por volta das 2 horas da
madrugada, da cidade de Fortaleza. O céu estava limpo,
apresentando visibilidade total, condições que seriam
mantidas durante toda a rota. Cerca de uma hora depois da
decolagem, quando sobrevoavam a cidade de Petrolina, já no
Estado de Pernambuco, o comandante percebe então pela
primeira vez a presença de um objecto luminoso à
esquerda do avião, semelhante inicialmente aos faróis
de um outro avião. A partir daquele momento, Britto passa a
monitorar com atenção o OVNI, para verificar a
trajectória que o objecto seguiria em relação
à rota do seu avião, pensando na segurança do
vôo que comandava. Neste momento, o avião estava
justamente sobre a região onde existe um entroncamento
de aerovias, relacionado ao tráfego aéreo proveniente
da Europa. Naquele momento o comandante do vôo ainda pensava
na possibilidade do envolvimento de um outro avião
comercial.</p>
<p>Com o passar do tempo, Britto
percebeu que aquela fonte luminosa mantinha a mesma distância
do seu Boeing, numa trajectória paralela, sem se aproximar.
Em seguida, percebe então já uma
mutação na cor no objecto, como se ele
estivesse  a girar em torno de si mesmo, ionizando gases da
atmosfera, apresentando uma coloração alternadamente
avermelhada, cor de abóbora e azulada. Em seguida o
comandante do vôo entra em contacto com a
jurisdição do tráfego aéreo de Recife,
para saber se existia algum tráfego especial da Força
Aérea Brasileira na região, já que não
havia sido informado previamente, como é normal quando do
início do vôo de qualquer vôo comercial, que
pudesse explicar o que ele e os demais tripulantes estavam a
observar. Em resposta, Recife comunica através do
rádio que desconhecia qualquer vôo militar na
área, e que não tinham também
informações sobre qualquer outro tráfego
comercial naquele momento na região.</p>
<p>A partir da
confirmação que não se tratava de um
tráfego aéreo convencional, o comandante Britto passa
a observar ainda com mais atenção o objecto,
já definido de maneira definitiva com um OVNI, mantendo o
seu avião na rota normal, já que o objecto não
identificado não apresentava qualquer risco para o
vôo, mantendo-se a uma distância segura, apresentando
uma velocidade próxima à mantida pelo próprio
Boeing, que voava a um pouco mais de 900km/h. Depois de
vários minutos a acompanhar o avião, o OVNI
começou a apresentar deslocamentos surpreendentes. Segundo
Britto, em fracções de segundo o aparelho
deslocava-se dezenas de milhas, posicionando-se bem mais à
frente do avião, para depois retroceder à
posição anterior, demonstrando um potencial
tecnológico muito além da nossa compreensão.
Estas variações de velocidade e posição
ocorreram várias vezes, e foram observadas tanto visualmente
como através do radar de bordo. Quando o vôo chegou
à jurisdição do CINDACTA Brasília
(Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de
Tráfego Aéreo), Britto entrou em contacto com o
mesmo, reportando todos os detalhes sobre o que estava a acontecer.
Para sua surpresa, o centro de controle informou que não
estava a detectar nenhum eco-radar na região.</p>
<p>O comandante do vôo
solicitou então, a seguir, sabendo que podiam existir outros
aviões no mesmo sector, que os controladores do
órgão indagassem se outras tripulações
estavam a observar o mesmo fenómeno. O CINDACTA entrou
então em contacto com um Jumbo da Aerolíneas
Argentinas, e o comandante do avião confirmou que estava
também a observar o fenómeno. Em seguida a
tripulação de um vôo da Transbrasil, de
Brasília para o Rio de Janeiro, confirmou que estava
já a observar as evoluções do objecto durante
muito tempo, descrevendo os deslocamentos impressionantes que o
OVNI realizava. O CINDACTA continuava sem dar nenhuma
instrução de alteração de rota para o
vôo 169. Diante desta situação, o comandante
Britto continuava a manter a mesma proa, nível e velocidade,
mantendo a observação constante do aparelho
não-identificado.</p>
<p>Quando o vôo já
estava nas proximidades da cidade de Belo Horizonte, aquele
objecto, que mantinha desde o início uma distância
razoável do Boeing, começou a aproximar-se de maneira
definitiva, e o CINDACTA entrou em contacto finalmente com a
tripulação reportando que estavam a detectar um
eco-radar na posição das nove horas, ou seja,
bem à esquerda, a uma distância de 8 milhas
náuticas. (detalhe: O CINDACTA estava a registar
o OVNI desde o inicio e deram a &ldquo;desculpa
padrão&rdquo; até ao momento da
aproximação do objecto. Este comportamento é
assim até hoje, tal como foi já
anteriormente confirmado por um controlador
aéreo).</p>
<p>O comandante Britto estranhou o
comportamento do CINDACTA, pois só quando começou a
se materializar uma situação de conflito de
tráfego aéreo, os operadores do órgão
resolveram assumir que o OVNI estava realmente nos seus
ecrãs. O foco luminoso cada vez ficava maior com a
aproximação do Boeing. Segundo Britto, ele já
conseguia observar uma estrutura discoidal no meio daquela
intensa luminosidade, com o tamanho equivalente a dois
aviões jumbo.</p>
<p>A partir deste momento, o
comandante do vôo - já entendendo que se tratava
realmente de uma nave extraterrestre que, de alguma forma, estava a
tentar entrar em contacto, deixou o seu lado mais humano surgir,
mentalizando uma mensagem de boas-vindas aos tripulantes do
objecto, e em seguida teve a ideia de convocar o restante da
tripulação, já que até aquele momento
apenas a tripulação da cabine vinha a acompanhar o
fenómeno e os próprios passageiros para partilharem
aqueles momentos especiais. O avião foi inundado por uma
luminosidade intensa de coloração azulada, e os
passageiros, de maneira tranqüila e ordeira, foram se
revezando nas janelas do lado esquerdo para observarem o
fenómeno. Com excepção de Don Ivo Lonchaider e
um outro religioso que o acompanhava, que não desejaram
observar o OVNI (temendo provavelmente serem transformados em
testemunhas), todos os outros passageiros tiveram a oportunidade de
observar o fenómeno, que continuou a manter aquela
distância de 16 milhas até ao início do
procedimento de descida, quando o avião já estava
próximo da cidade de Barra do Piraí, no interior do
estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Britto pôde observar ainda,
quando já sobrevoava as serras nas proximidades do Aeroporto
Internacional do Rio de Janeiro, o OVNI por trás de uma
formação nevoeiro que existia sobre a região.
Com a chegada do avião ao Aeroporto Internacional do Rio de
Janeiro, os passageiros que desceram começaram a divulgar o
ocorrido, e a mesma coisa aconteceu pouco tempo depois já em
São Paulo, chamando a atenção da imprensa
no local. Ao terminar o histórico vôo, Britto
recolheu-se às dependências da VASP, ainda no
Aeroporto, com a finalidade de elaborar o relatório sobre o
vôo para o departamento de operações da
empresa, como é de praxe.</p>
<p>Em seguida foi informado por um
dos directores do departamento, que havia já uma
multidão de jornalistas de jornais, revistas,
rádios e televisões, a tentar via serviço de
imprensa da companhia, entrevistas com o comandante do vôo, e
que desejavam saber todos os detalhes do encontro com o OVNI. O
comandante Gerson Maciel de Britto, depois de ser dispensado
pela própria empresa para falar abertamente sobre o
incidente, levou sete horas e meia atendendo aos jornalistas. Em
poucas horas a história era apresentada para o Brasil de
norte ao sul. Como costuma acontecer em
casos ovniológicos de repercussão, surgiram, com
o passar dos dias, as mais absurdas explicações
visando desqualificar a realidade da presença de uma nave
extraterrestre. ( como sempre com as mais "estapafúrdias"
possibilidades. De balões meteorológicos
ao "bode espiatório" do planeta
Vênus).</p>
Vejam a reportagem feita na altura
na GLOBO, televisão brasileira no seguinte
link:</div>
<div style="text-align: justify;"><a href=
"http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM629717-7823-OVNI+ACOMPANHA+VOO+DA+VASP,00.html">
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM629717-7823-OVNI+ACOMPANHA+VOO+DA+VASP,00.html</a></div>
<div style="text-align: justify;">Segundo Marco António Petit, investigador
brasileiro, "o próprio CINDACTA teve uma atitude bem
dúbia frente ao caso. De início, ao ser interpelado
pelo comandante do vôo 169, negou estar a detectar qualquer
alvo que pudesse ser relacionado ao fenómeno que estava a
ser observado. Quando o OVNI começou a aproximar-se de
maneira definitiva do Boeing, Britto foi alertado finalmente pelo
próprio órgão de controlo aéreo, que
estavam a detectar, além do avião, um eco-radar nas
suas proximidades. Mas, com o passar dos dias, já no
meio da repercussão violenta do caso, o CINDACTA voltou
atrás, não admitindo oficialmente que estavam
realmente a monitorar nos ecrãs as
evoluções do OVNI. O caso do vôo 169, como
passou a ser conhecido, levou muitas pessoas ainda cépticas
em relação à presença extraterrestre a
desenvolverem uma nova visão em relação ao
assunto, devido à qualidade e número de testemunhas
de credibilidade envolvidas. Como o próprio comandante
Britto declarou: "desmentir uma ou duas pessoas é
fácil, mas mais de 150 testemunhas... "</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Quanto ao caso em si, Marco Petit diz: "Com o passar dos
anos, quando o fenómeno ovniológico for
definitivamente reconhecido em termos mundiais, este caso
será com certeza lembrado como um dos mais importantes
episódios da história da ovnilogia brasileira e
mundial. A coragem de Britto, ao revelar todos os detalhes da
experiência, sem se preocupar com as possíveis
repercussões, fossem elas ligadas à sua vida
particular ou mesmo profissional, deveria servir de exemplo para
aqueles que, mesmo tendo vivenciado experiências semelhantes,
continuam a se manter em silêncio. Ao contrario que alguns,
de maneira irresponsável, divulgaram, ele não foi
demitido, nem sofreu qualquer tipo de sanção por
parte da empresa que trabalhava, ou qualquer outro
órgão, por ter divulgado os factos. Pelo
contrário, chegou mesmo a receber uma carta da VASP com
elogios à sua conduta durante o vôo. Quando tomamos
atitudes firmes e embasadas na verdade, deixamos certamente pouco
espaço para aqueles que desejam manter a ignorância,
para melhor continuarem a manipular a humanidade, a partir de
interesses geralmente inconfessáveis. O caso VASP, sem
dúvida, é um bom exemplo desta
realidade."</div>
<div style="text-align: justify;">Fontes:
Saindo da Matrix.com / Mundo Gamp</div>
</div>
]]></description>			<link>http://zetas.bloguepessoal.com/48424/O-Voo-169-da-VASP/</link>			<comments>http://zetas.bloguepessoal.com/O-Voo-169-da-VASP-05052008-231419-lp-48424.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://zetas.bloguepessoal.com/48424/O-Voo-169-da-VASP/</guid>			<pubDate>Mon, 05 May 2008 23:14:19 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Sobre o planeta Nibiru e a evolução da humanidade- em vídeo]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://zetas.bloguepessoal.com/47784/Sobre-o-planeta-Nibiru-e-a-evolucao-da-humanidade-em-video/</link>			<comments>http://zetas.bloguepessoal.com/Sobre-o-planeta-Nibiru-e-a-evoluc-o-da-humanidade--em-video-03052008-133926-lp-47784.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://zetas.bloguepessoal.com/47784/Sobre-o-planeta-Nibiru-e-a-evolucao-da-humanidade-em-video/</guid>			<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:39:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Brasil: Objectos voadores não identificados em São José Campos, SP]]></title>			<description><![CDATA[<p></p>
<div id="exbVideo" style=
"display: block; float: left; visibility: visible; width: 330px;">

<div id="txtVideo" class="tp" style=
"float: left; visibility: visible; width: 325px; padding-top: 10px; font-style: italic; height: 30px; background-color: #dee2e7;">
Objetos voadores não identificados em São José
Campos</div>
</div>
<p>Moradores do interior de
São Paulo gravam imagens de objectos voadores não
identificados.</p>
<p>Um pesquisador diz que as
luzes não são de nenhuma aeronave.</p>
<p>Reportagem de Rosimara
Silva.
</p>
<p> </p>

<p> </p>
<p>Fonte: Band News 
]]></description>			<link>http://zetas.bloguepessoal.com/46368/Brasil-Objectos-voadores-nao-identificados-em-Sao-Jose-Campos-SP/</link>			<comments>http://zetas.bloguepessoal.com/Brasil--Objectos-voadores-n-o-identificados-em-S-o-Jose-Campos--SP-27042008-152717-lp-46368.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://zetas.bloguepessoal.com/46368/Brasil-Objectos-voadores-nao-identificados-em-Sao-Jose-Campos-SP/</guid>			<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 15:27:17 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Mais fenómenos aéreos luminosos no Lago Ontario em 2002]]></title>			<description><![CDATA[<p>Primeiro vídeo clip onde se pode
ver o Orb e o avião. Estas imagens foram obtidas antes do
aumento súbito do vento descrito pela testemunha.</p>
<p>Tal como aconteceu em 1999, 2002
foi também marcado com fenómenos luminosos de
origem desconhecida sobre o Lago Ontario. O avistamento que se
segue ocorreu a 6 de Abril de 2002 e foi filmado em duas
fases.</p>
<p>Segundo a testemunha, o clima
estava razoavelmente calmo, mas por volta das 19h40 o vento
aumentou consideravelmente, o que coincidiu com o momento em que os
Orbs "acalmaram" a sua actividade.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>



"Estava posicionada na margem sul do lago e as
chaminés da Estação Lakeview Generating
apresentavam-se bem definidas no horizonte.
<p style="text-align: left;">Os primeiros dois vídeo
clips, realizados por volta das 19h32 mostram um ORB a
deslocar-se de Este para Oeste (da direita para a esquerda) ao
longo do horizonte, ao mesmo tempo que um avião se desloca
de Oeste para Este, em direcção ao Aeroporto de
Pearson International."</p>
<p> </p>

<p> </p>
<p> </p>






]]></description>			<link>http://zetas.bloguepessoal.com/43325/Mais-fenomenos-aereos-luminosos-no-Lago-Ontario-em-2002/</link>			<comments>http://zetas.bloguepessoal.com/Mais-fen-menos-aereos-luminosos-no-Lago-Ontario-em-2002-14042008-135514-lp-43325.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://zetas.bloguepessoal.com/43325/Mais-fenomenos-aereos-luminosos-no-Lago-Ontario-em-2002/</guid>			<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 13:55:14 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>