<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://magnolia.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://magnolia.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Anúbis Week]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2008-08-29T14:25:03+02:00</updated>		<entry>			<title>Entre dois mundos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>


</p>
<p></p>
<p>J estou antes de chegar e
ainda ficarei depois de ter partido... Diderot</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://magnolia.bloguepessoal.com/81507/Entre-dois-mundos/</id>			<link href="http://magnolia.bloguepessoal.com/81507/Entre-dois-mundos/" />			<author>				<name>magnolia</name>				<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-08-29T14:24:46+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Medo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O magnanimo Oscar Wilde, numa das
suas mais belas criaes literarias,  O
Retrato de Dorian Gray, assim escreveu:</p>
<p><span>Acredito que se um homem vivesse a sua vida
plenamente, desse forma a cada sentimento, expresso a cada
pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo
beneficiaria de um novo impulso de energia to intenso que
esqueceriamos todas as doenas da epoca
medieval e regressariamos ao ideal helenico,
possivelmente ate a algo mais depurado e mais rico do que o
ideal helenico. Mas o mais corajoso homem entre nos
tem medo de si proprio. A mutilao do
selvagem sobrevive tragicamente na auto negao que
nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas
renuncias. Cada impulso que tentamos estrangular, germina no
cerebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o
pecado, porque a aco e um modo de
expurgao. Nada mais permanece do que a
lembrana de um prazer, ou o luxo de um remorso. <strong>A
unica maneira de nos livrarmos de uma tentao
e cedermos-lhe</strong>. Se lhe resistirmos, a nossa alma
adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo
que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal.
Ja se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem
no cerebro. E tambem no cerebro, e
apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do
mundo.</span></p>
<p><span>O
derradeiro misterio somos nos proprios, pois
ento, que nada nos atemorize.</span></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://magnolia.bloguepessoal.com/81123/Medo/</id>			<link href="http://magnolia.bloguepessoal.com/81123/Medo/" />			<author>				<name>magnolia</name>				<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-08-28T12:46:54+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Criança...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>"As
criano acham nada
em tudo ..."</p>
<p>Giacomo Leopardi</p>
				</div>			</content>			<id>http://magnolia.bloguepessoal.com/80841/Crianca/</id>			<link href="http://magnolia.bloguepessoal.com/80841/Crianca/" />			<author>				<name>magnolia</name>				<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-08-27T14:27:53+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Arlequim</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em><strong></strong></em></p>
<p><em><strong>Saudades de um sincero bom
dia! Se me desses a escolher viveria num aeroporto, numa
estao, num terminal de
autocarros, estao de comboios, porto naval, gares
do sul e gares do norte, ate no porto espacial de Cabo
Canaveral. Passearia de teleferico metade do dia, pela noite
abusaria do metro, a tardinha pegaria no carro e rumaria ao
desconhecido sem seguir as indicaes dos sinais,
ate ao fim dos mundos, ate ao limite do meu
corpo.</strong></em></p>
<p><em><strong>Mas no me deixas,
quando te escapo, o retorno ao teu castelo, e sempre pior e
mais doloroso. Manchas as mos de sangue e pintas a alma de
negro, so para me prenderes nas masmorras do teu destino.
Sou a ovelha perfeita para os infames sacrificios aos que
adoras. Estulticia.</strong></em></p>
<p><em><strong>Ninguem da
importancia aos crepusculos e as auroras,
ninguem se embriaga sem vinho, ninguem e
aquela vereda por onde prazerosamente me apraz divagar sem pressa
de chegar a algum lado, porque todos os lados so nenhures.
Alimento-me de loucuras humanas sublimemente coloridas como o trajo
de Arlequim.</strong></em></p>
<p><em><strong>Arlequim, o meu companheiro
dos aeroportos, juntos assistimos ao levantar e pousar de milhares
de avies, e nunca nos fartamos... nunca nos
perguntamos os porques das torrentes de iniquidades
pags que nos rodeiam, e divina a
sensao que nos
une.</strong></em></p>
<p><em><strong>Arlequim que no
precisa de sentidos, somente dos momentos, la vai mais um
... Paris, Londres, Amesterdo, Istambul, Pequim
... Cairo!!!!<span></span>
<span></span>La vem outro a
descer, passaro proveniente dos ceus de Berlim. O
ronco dos motores e musica para os meus ouvidos, a
forma metalica canta morte anunciada mas tragicamente doce,
quio eterea e
punitiva.</strong></em></p>
<p><em><strong>Cada hora longe do meu povo
e como se a bilis subisse ao palato, caio na lama
esmagada pela saudade, rogo pragas ao teu amor que no me
resgata deste limbo por onde me arrasto, existe um cavalo preto
perto da porta da redeno, decifra-o e juntos
cavalgaremos ate oriente, a velocidade da ternura,
agora leve de ausencias e silencios. Mil cordilheiras
esperam-nos, nelas, um templo sagrado generosamente guarnecido de
limpidas fontes puras onde belas ninfas se banham.
Limparemos a nossa alma de toda e qualquer especie de
pantomina corrosiva, maravilhados, perante a grandiosidade e
magnificencia das ruinas de outrora. Arlequim vive no
mausoleu do rei, certamente tera um forte onde nos
podemos refugiar da opresso do mais vil dos
homens.</strong></em></p>
<p><em><strong>Arlequim, arlequim aos molhos
por causa de ti choram os meus olhos... (sem desfazer do
alecrim ) que o mar no se demore a abater a sua
furia sobre a distancia que nos separa, que a
extinsubjuga esteja
proxima para de novo a nossa alma
verdejar.</strong></em></p>
<p><em><strong>O cavalo espera-te... eu
tambem.</strong></em></p>
				</div>			</content>			<id>http://magnolia.bloguepessoal.com/80657/Arlequim/</id>			<link href="http://magnolia.bloguepessoal.com/80657/Arlequim/" />			<author>				<name>magnolia</name>				<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-08-26T22:06:43+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Astronomia Maia</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Os Maias aperceberam-se, quase nos
alvores da sua historia, de que para obter elementos exactos
onde basear o seu calendario teriam de efectuar as suas
observaes durante longos periodos. O
Codice de Dresden revelou, ao ser decifrado, alguns factos
surpreendentes sobre o rigor das medidas matematicas deste
povo. Por exemplo, para determinar o mes Lunar, e
necessario efectuar observaes durante um
periodo de 405 luas cheias., ou sejam 32  anos. Os
Maias calcularam que 405 luas cheias correspondiam a um
periodo de 11 960 dias. Os astronomos actuais
atribuem-lhe uma durao de 11 959,888. Deste modo, o
erro de calculo dos Maias era de apenas um dia em cada 292
anos, isto e, menos de 5 minutos por ano.</em></p>
<p><em>Os calculos para o
estabelecimento do ano de Venus  o tempo que o
planeta demora a perfazer uma orbita em torno do sol 
so igualmente extraordinarios, pois as
necessarias observao ainda mais
complexas. As estimativas efectuadas pelos Maias parecem ter-se
baseado num periodo total de 384 anos de
observao de 584 dias
para o ano de Venus e tambem quase exacta,
pois calcula-se actualmente que tenha uma durao de
583,92 dias, sendo a margem de erro de 72 minutos por ano terrestre
ou de 6 minutos por mes. Esta preciso, com um lapso
inferior a 12 segundos por dia, constitui um misterio numa
cultura que no dispunha dos meios necessarios para
medir o tempo, nem mesmo de um sistema elementar, uma ampulheta ou
uma clepsidra, desconhecendo o telescopio astronomico
ou outro instrumento optico.</em></p>
<p><em>O ciclo de Venus inspirou a
matematica Maia devido provavelmente ao facto deste astro, o
mais brilhante do firmamento, ser visivel antes do
por-do-sol e continuar a brilhar durante algum tempo
apos o alvorecer. Esta caracteristica permite o
estudo da posio do planeta acima da linha do
horizonte no momento do nascer e do ocaso do sol. Mediante
observao meticulosa, os astronomos maias
tero possivelmente verificado que durante o periodo
de 8 anos terrestres Venus completava exactamente 5 ciclos
de movimento no firmamento, iniciando-se seguidamente um outro
ciclo. Dividindo 2920  o numero de 8 anos terrestres
de 365 dias  por 5, os Maias obtiveram o numero
correspondente a durao de cada ciclo de
Venus: 584 dias.</em></p>
<p><em>O observatorio Maia de
Chichen Itza, embora em ruinas, permitiu aos
arqueologos modernos a verificao das suas
concluses
apresentam uma margem de erro maxima de 2 graus de
angulo, no excedendo muitas vezes os 0,005 de grau.
Estes resultados, extremamente rigorosos, foram, porem,
obtidos pelos maias, volto a frisar, sem qualquer recurso a
instrumento optico, como, por exemplo, o
teodolito.</em></p>
<p><em>Os Maias estabeleceram a sua
cronologia a partir da data de inicio da sua era, segundo se
cre ha mais de 5000 anos, em epocas
miticas em que, ao que se julga, o povo maia ainda
no se desligara de outras tribos da Meso-
America.</em></p>
<p><em>Nos actualmente, sem net,
telemoveis, televiso somos
capazes de agarrar a ponta de um cacto em chamas,
deprimente... so pelo medo de nos
magoarmos.</em></p>
<p><em>Abandona-se toda a unio e
raciocinio, velejamos pelo oceano da letargia comoda
que e deixar que tudo acontea exteriormente,
permanecendo o interior intocavel.</em></p>
<p><em>Eu tive de nascer, tal como a
Fenix sou obrigada a renascer nesta maldio
que e a globalizao, apraz lembrar-me de como
era ha 4000, 5000 anos atras, alimenta-me o desejo de
voltar a cada lugar onde deixei cair as minhas estrelas
impereciveis.</em></p>
<p><em>Abro as asas e vou... porque
no, porque sou livre e
todos os solos me fascinam. A palavra e descobrir, partir
embriagada de culturas e enigmas, deixar a humanidade parca de
emoes, encontrar uma nova humanidade
mais suja e pobre, mas deliciosamente genuina e
antiga... to antiga quanto eu.</em></p>
<p><em>Em conjunto,
faremos calculos aos ceus. Venus que me
aguarde</em>!</p>
				</div>			</content>			<id>http://magnolia.bloguepessoal.com/80581/Astronomia-Maia/</id>			<link href="http://magnolia.bloguepessoal.com/80581/Astronomia-Maia/" />			<author>				<name>magnolia</name>				<uri>http://magnolia.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-08-26T16:50:41+02:00</updated>		</entry></feed>